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A mostrar mensagens de Maio, 2015
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Os espaços vazios




Os dias são frios Os espaços são vazios E no meio desses vazios, há pontos ainda mais frios.
Quem aquece a alma, quando ela não se aquece? Nem aquece, nem arrefece Sempre a mesma tese. 
Há espaços que ninguém pode ver. Há espaços que não deixarei ver. Quem os preenche? Tudo o que se bebe e não é líquido. 
Dá-me dessa água que não H20, Por favor, tem dó.  O coração pede tanto. Aqueles espaços só querem um manto.
Quem está aí? Não sei se caí. Se caí, ficarei no chão. Afinal, já não darei mais nenhum trambolhão. 
Desconcerto do mundo
Quem perdeu foi quem ganhou.
Não sei se fui eu quem errou. 
Afinal, quem errou?
Quem perdeu ou quem ganhou? 

Afinal, quem sou eu?
Se tudo o mais ganhou?
Afinal, quem és tu?
Talvez não tão cru...

Chega o dia
E com ele a nostalgia
De ser quem não sou. 

Como assim, que dizeis vós?
Não vos falta a voz? 
Se tudo o que ela diz
Não é de nós...

Uma muralha,
Um dia, 
Um dia, 
talvez deixe de haver batalha.

Cidadãos de segunda classe

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Olá a todos! Não tenho escrito no blog porque, mais uma vez, não tenho tido inspiração para tal, mas regressei. Vai ser um post curto, breve, mas parte da minha experiência pessoal e não é dos assuntos mais fáceis para mim.
  O assunto que eu trago hoje é: Não sou um cidadão de segunda classe. Aliás, ninguém é, mas como estou a usar a minha experiência pessoal para escrever este texto usei e usarei a 1ª pessoa. 
  E reforço: Não sou um cidadão de segunda classe. Porque dizes isso, Nuno? Bom, eu digo isto porque, por vezes, embora eu nem costume pensar muito nisso, sou tratado como um cidadão de segunda classe. Porquê Nuno? Porque sou um rapaz diferente. Porque não sou como ''eles'' devem ser. Porque não me conformo em ser igual a todos os outros. Porque sou, ou tento ser, fiel a mim mesmo!

  No entanto, sinto, por vezes, que sou tratado como um cidadão de segunda classe. Reparo em olhares de soslaio porque não sou como ELES. Oiço as pessoas a falar baixinho porque não so…